ABOZ - Associação Brasileira de Ozonioterapia

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Notícias

Matéria errônea e equivocada sobre Ozonioterapia publicada pelo jornal Folha de São Paulo, nota de esclarecimento.

Matéria errônea e equivocada sobre Ozonioterapia publicada pelo jornal Folha de São Paulo, nota de esclarecimento.

Segue nota oficial do Presidente da Aboz Dr. Arnoldo de Souza, presidente da ABOZ.

Prezada Sra. Flávia Lima
MD Ombudsman da Folha de São Paulo  

Boa tarde, tudo bem? 

Escrevo em para tratar de matéria publicada hoje na Folha de São Paulo, assinada pela profissional Ana Bottallo, que trata de divulgações falsas sobre a Ozonioterapia nas quais se propõe ou anuncia-se a cura de diversas doenças, o que, segundo os profissionais entrevistados, seria mentira.

Sou médico, cardiologista e sanitarista. Atualmente, estou na presidência da ABOZ (Associação Brasileira de Ozonioterapia), entidade fundada em 2006, que congrega profissionais de saúde interessados na Ozonioterapia, incluindo Médicos, Médicos Veterinários, Biomédicos, Fisioterapeutas, Odontólogos, Farmacêuticos e Enfermeiros.

Em primeiro lugar, para colaborar com a Folha na missão de bem informar seus leitores, gostaria de registrar que a ABOZ está a disposição para contribuir com informações e esclarecimentos sempre que houver alguma matéria mencionando a Ozonioterapia.

Além deste e-mail, deixo disponível o telefone celular da secretaria da ABOZ.

As opiniões dos profissionais procurados pela Folha na referida matéria, a saber: Natália Pasternak e Ricardo Cohen, além de equivocadas, denegriram a técnica da Ozonioterapia de forma pejorativa, denotando total preconceito e desconhecimento.

Os leitores da Folha merecem ser bem informados sobre a Ozonioterapia, tanto do ponto de vista histórico quanto sobre indicações, limites e possibilidades.

A Ozonioterapia está presente no mundo todo. Sua utilização já é comum até mesmo nos serviços públicos de países como Portugal, Rússia, Cuba e Alemanha, por exemplo.

A matéria publicada hoje na Folha desinforma seus leitores quando propaga, equivocadamente, não haver evidências científicas que comprovem a ação terapêutica do Ozônio em diversas patologias.

A Ozonioterapia é uma técnica que se se aplica há mais de um século e cuja primeira publicação científica sobre sua eficácia e aplicação vem de 1915 na revista Lancet, uma das principais referências no campos da ciência médica.

No Brasil, a Ozonioterapia já é reconhecida e regulamentada pelos Conselhos de Enfermagem, Odontologia, Farmácia e Fisioterapia e também já tem eficácia reconhecida pelo próprio SUS, que a utiliza no rol das práticas integrativas.

Também vale ressaltar que no próprio site da ABOZ  há metanálises, revisões bibliográficas, teses de doutorados e farto material científico de extrema qualidade para quem quiser se aprofundar e aprender mais sobre a Ozonioterapia (www.aboz.org.br).

No campo da medicina brasileira, o mesmo Conselho que autoriza e normatiza o uso da Hidroxicloroquina em COVID19, mesmo sem nenhum argumento científico para tal liberação, graças a Deus contestado pelo Conselho Nacional de Saúde, impõe à Ozonioterapia disponibilidade em caráter experimental, sem nenhum argumento científicos para fazê-lo, muito pelo contrário.

Para vencer essa resistência inadequada do CFM, temos reunido esforços para desenvolvermos pesquisas que corroborem a qualidade científica do Ozônio como técnica complementar em diversas doenças crônicas e degenerativas.

Nesse sentido, já temos aprovado no CONEP um estudo multicêntrico para aplicação da mistura  Oxigênio/Ozônio em pacientes com dor lombar crônica refratária aos tratamentos usuais, e temos em apreciação, no mesmo CONEP, mais dois  trabalhos para avaliarmos o uso do Ozônio em pacientes COVID-19 positivos, em situação ambulatorial  e internados, não utilizando ventilação mecânica.

Dessa forma será possível comprovar a eficácia do Ozônio também como agente complementar nessa doença que hoje aflige pessoas em todo o planeta.

Há também vários trabalhos em andamento em outros países, seguindo a orientação da WFOT (Federação Mundial de Ozonioterapia), órgão do qual fazemos parte, que emitiu diretriz no sentido de aguardar os desfechos dos referidos trabalhos para compartilhá-los então com toda a comunidade científica internacional. 

Por fim, gostaria de enfatizar que temos como diretriz e orientação a todos os nossos associados que não divulguem nenhuma informação propondo ou anunciando a cura de qualquer doença através da Ozonioterapia, que é mundialmente utilizada como técnica de natureza complementar, extremamente útil em doenças crônicas e degenerativas, em especial nas que reúnem características inflamatórias, isquêmicas e com a presença de stress oxidativo crônico e dor. 

Em relação aos profissionais cujas declarações na referida matéria publicada hoje pela Folha denigrem a Ozonioterapia, a ABOZ estuda as medidas cabíveis para que isso não venha a se repetir pois esse tipo de declaração irresponsável e inconsequente afeta milhares de profissionais que estudam e trabalham de forma extremamente dedicada e responsável para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Quanto a matéria em si, em nome do bom jornalismo, esperamos que a Folha procure mais informações sobre a Ozonioterapia antes de divulgar informações completamente equivocadas, restabelecendo a verdade e ouvindo profissionais sérios que utilizem a técnica e que foram claramente atingidos pela matéria em questão.

Ao não ouvir profissionais envolvidos diretamente com a Ozonioterapia nessa matéria, a Folha se distanciou tanto da verdade como do verdadeiro jornalismo. 

 

Atenciosamente,

Arnoldo de Souza