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Ozonioterapia é tema de aula inaugural de curso de odontologia em MG

 

A ozonioterapia marcou presença na Aula Inaugural do curso de Odontologia da Ensino Superior da Rede de Ensino Doctum, unidade de Teófilo Otoni, no nordeste de Minas Gerais. O presidente da Associação Brasileira de Ozonioterapia (Aboz), médico Arnoldo de Souza, falou sobre a história e as perspectivas da ozonioterapia, para uma plateia atenta de professores e futuros odontólogos, no último dia 14, a convite do coordenador Dr. José Antônio de Carvalho Soares.

 

A ozonioterapia é regulamentada na odontologia e o cirurgião dentista pode utilizar a técnica para qualquer tipo de procedimento, inclusive estético. É o que determina a resolução CFO n° 166/2015 que reconhece e regulamenta o uso da prática e também a resolução 176/16, mantida após julgamento no TRF 5ª Região em março/2018.

 

E a ozonioterapia tem muitas utilizações na odontologia; tanto é que já foi até desenvolvido um gerador de ozônio específico para as técnicas. Potente na sua ação antimicrobiana e de alta biocompatibilidade, o ozônio é altamente indicado como alternativa antisséptica no combate de infecções e inflamações. O destaque fica por conta do tratamento de cáries, com a qual há redução de 99,9% da microbiota, com 20 segundos de aplicação em cáries incipientes e de raiz.

 

A ozonioterapia e a Aboz

 

Descoberta em 1840 pelo pesquisador alemão Dr. Christian Friedrich Schoenbein, a técnica começou a ser aplicada na medicina ainda no século XIX. A ozonioterapia chegou ao Brasil em 1975 e, na década de 1980, atraiu o interesse em universidades. A partir daí, vem ampliando sua utilização no País. Criada em 2006, a Associação Brasileira de Ozonioterapia (Aboz) tem o objetivo de estimular o desenvolvimento e a difusão da Ozonioterapia de forma legal, segura, científica e ética.

 

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