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Parceria com Faculdade reconhecida pelo MEC garante selo aos cursos da Aboz

Parceria com Faculdade reconhecida pelo

MEC garante selo aos cursos da Aboz

 

Desde o mês de março deste ano, os cursos da Associação Brasileira de Ozonioterapia - Aboz são certificados com selo de recomendação da Faculdade do Centro Oeste Paulista (FACOP), instituição reconhecida pelo MEC. A parceria Aboz/Facop foi uma conquista que atende a uma das missões da Associação que é difundir o conhecimento da ozonioterapia.

A parceria com a Facop leva em conta o seu perfil acadêmico da instituição que tem na pós-graduação um diferencial, com foco na odontologia, cuja graduação tem nota 4 (em 5) na avaliação do MEC. Outros cursos de especialização da Facop atendem também às áreas de enfermagem, educação, segurança do trabalho, saúde pública, direito, administração e outras.

 

Prática e credenciamento

 

Centrada na missão de difundir a ozonioterapia, desde sua fundação em 2006, a Aboz promove, no mínimo, dois cursos anuais. Até o ano passado, os cursos eram eminentemente teóricos. Faltava o aspecto prático que foi possibilitado com a parceria da Facop, que oferece suas dependências para o aprendizado.

Além da prática, a chancela da Faculdade aos cursos da Aboz possibilita também que o profissional de saúde que se habilita em ozonioterapia, possa registrar a habilitação junto aos órgãos reguladores das profissões. “A ligação com a Facop fortalece nossos cursos, a Aboz e a parceria docente/assistencial.”, explica o presidente da Aboz, Dr. Arnoldo de Souza.

 

Profissionais na ozonioterapia

 

Embora a ozonioterapia deva ser prescrita por um médico a partir do diagnóstico dele ou por um dentista no âmbito do tratamento específico dos problemas bucais, muitos são os profissionais que podem estar envolvidos na operacionalização da técnica como enfermeiros e fisioterapeutas, por exemplo. “É um trabalho coletivo num campo interdisciplinar”, explica Arnoldo de Souza, que ressalta a importância da boa formação.

 

A ozonioterapia

 

Descoberta em 1840 pelo pesquisador alemão Dr. Christian Friedrich Schoenbein, a técnica começou a ser aplicada na medicina ainda no século XIX. Durante a Primeira Guerra Mundial médicos alemães e ingleses já trataram feridas com ozônio.  Já muito difundida na Europa, é reconhecida pelos Sistemas de Saúde de diversos países do mundo. Cuba tem hoje a maior experiência na utilização do ozônio na saúde pública. EUA, China, Canadá e México também estão em pleno desenvolvimento da técnica.

A ozonioterapia chegou ao Brasil em 1975 e, na década de 1980, atraiu o interesse em universidades. A partir daí, vem ampliando sua utilização no País. Criada em 2006, a Associação Brasileira de Ozonioterapia (Aboz) tem o objetivo de estimular o desenvolvimento e a difusão da Ozonioterapia de forma legal, segura, científica e ética. O ozônio medicinal é utilizado como terapia complementar.

 

É indicado para os seguintes tratamentos:

 

  • Problemas circulatórios
  • Diversas doenças e condições do paciente idoso
  • Doenças causadas por vírus, tais como hepatites, Herpes simples e Herpes zoster
  • Feridas infectadas quaisquer; inflamadas, de difícil cicatrização, como úlceras nas pernas, de origem vascular, arterial ou venosas (varizes); úlceras por insuficiência arterial; úlcera diabética; situação de risco de gangrena
  • Colites e outras inflamações intestinais crônicas
  • Queimaduras
  • Hérnia de disco, protrusão discal, dores lombares
  • Dores articulares decorrentes de doenças inflamatórias crônicas
  • Imunoativação geral
  • Como terapia complementar para vários tipos de câncer

 

 

 

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