ABOZ - Associação Brasileira de Ozonioterapia
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Você conhece o que a Aboz promove? Confira!

 

 

Não existe evolução sem mudanças, embora saibamos que, no início, o novo causa estranheza, às vezes. A história da área da saúde é repleta.  A cada nova descoberta e novo paradigma, muita resistência. Na Idade Média, por exemplo, as doenças eram atribuídas a castigos de Deus!  Imagine se nada tivesse evoluído!  Para muitos, a ozonioterapia ainda causa estranheza.

 

O ozônio

 

Descoberto em 1840 pelo pesquisador alemão Dr. Christian Friedrich Schoenbein, o ozônio se forma quando as moléculas de oxigênio (O2) se rompem e logo se recompõem. Ainda no século XIX, os alemães já utilizavam o ozônio na Medicina, tratando feridas dos soldados na 1ª Grande Guerra. Mas, novos paradigmas levam tempo para serem absorvidos e, só em 1979 foi fundada a Sociedade Médica Alemã de Ozônio.

 

De lá pra cá, a prática da ozonioterapia vem crescendo. Muito difundida na Europa, também tem sido utilizada no Canadá, México, China e EUA, além de Cuba, que detém hoje a maior experiência da utilização do ozônio na saúde pública. No Brasil, a ozonioterapia chegou em 1975. Em 2006 nasceu a Associação Brasileira de Ozonioterapia, a Aboz.

 

A Aboz

 

A Associação Brasileira de Ozonioterapia – Aboz - surgiu em 2006, da necessidade de estimular o desenvolvimento e a difusão da Ozonioterapia no Brasil de forma legal, segura, científica e ética, difundindo os benefícios da técnica para a saúde humana e animal. Em quase quatro anos, desde 2015, o número de afiliados à Aboz praticamente dobrou, sendo hoje 776.

 

Associação sem fins lucrativos, as receitas da Aboz são geradas através dos pagamentos das afiliações, cursos práticos e teóricos oferecidos, com o objetivo de compartilhar informação e promover formação de excelência, por meio de  grupos de estudos e cursos de aperfeiçoamento e especialização; reuniões; congressos; estágios no país e até no exterior.

 

Em novembro do ano passado, O presidente Dr. Arnoldo de Souza e a Dra. Ana Cristina Barreira representaram a Aboz no 6º Encontro da World Federation of Ozone Therapy, congresso mundial realizado na China, onde se reuniram várias associações de ozonioterapia do mundo. Em janeiro passado, uma equipe da Aboz esteve em Portugal, acompanhando as visitas técnicas da missão brasileira, para conhecer unidades de Ozonioterapia disponíveis para a população portuguesa na rede pública.

 

Para se ter uma ideia, de 2017 até agora, foram promovidos 13 eventos de formação, entre cursos e grupos de estudos, nas diversas áreas. Em dois anos foram reproduzidos cerca de 100 artigos científicos sobre Ozonioterapia no site da Aboz que vem se tornando referência em publicações.

 

Membro oficial da Federação Mundial de Ozonioterapia – a WFOT, na sigla em inglês, com sede em Nova Délhi, na Índia, a Aboz promove pesquisa,  campanhas educativas e intercâmbios e estimula o relacionamento cultural e social entre os profissionais. Zelar pela história da técnica e homenagear seus pioneiros, também são objetivos da Aboz.

 

Parcerias

 

Bastante significativa a parceria estabelecida entre a Aboz e a Faculdade do Centro Oeste Paulista (FACOP) instituição reconhecida pelo MEC. Desde março deste ano, os cursos da Aboz são certificados com selo de recomendação da Facop.  A parceria leva em conta o perfil acadêmico da instituição que tem na pós-graduação um diferencial, com foco na odontologia, cuja graduação tem nota 4 (em 5) na avaliação do MEC. Outros cursos de especialização da Facop atendem também às áreas de enfermagem, educação, segurança do trabalho, saúde pública, direito, administração e outras.

 

A regulamentação

 

A defesa da regulamentação da ozonioterapia e dos interesses da comunidade envolvida com a Aboz tem sido primordial. Em agosto do ano passado, o presidente da Aboz, Dr. Arnoldo de Souza e o vice, Dr. Antônio Teixeira participaram do Seminário na Câmara dos Deputados que discutiu a aprovação do Projeto de Lei 9001/17 que autoriza a prescrição da Ozonioterapia.

 

 

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